Presidente da Câmara questiona Japonês por exonerar 400 comissionados de uma vez e gerar gastos com rescisão

por Hayslla Mikaella do Couto publicado 04/07/2018 10h36, última modificação 04/07/2018 10h36

Adilson disse que as exonerações deveriam ser a longo prazo.

 

O presidente da Câmara de Vereadores, Adilson de Oliveira (PSDB), foi à tribuna do parlamentar na noite desta terça-feira, 03 de julho, durante a sessão ordinária da Câmara e relatou sua decepção com o primeiro ato do prefeito Eduardo Japonês (PV) que exonerou mais de 400 pessoas que estavam comissionadas na prefeitura de Vilhena.

“Esse ato gerou uma despesa milionária para os cofres da prefeitura, já que essas pessoas terão que receber suas rescisões. Assim que eu o encontrar pessoalmente falarei que ele errou ao fazer esse ato”, disse o presidente da Câmara.

Adilson ainda salientou que cumprirá sua função de fiscalizador, independente da colaboração que deu ao prefeito durante as eleições, “Eu andei bastante com o Japonês, pedi votos para ele, empenhei meu tempo para que ele conquistasse a eleição. Por isso, que eu vou cobrar. O mínimo que posso exigir é que ele faça um trabalho de excelência”, finalizou Adilson.

O presidente da Câmara comentou que a máquina pública vilhenense deveria ser enxugada realmente, mas que as exonerações deveriam ser feitas de forma paulatina, a longo prazo, para evitar os gastos com rescisões e que alguns setores ficassem sem nenhum servidor nesse momento.